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Treze cientistas da Ufes estão entre os mais influentes do mundo, aponta ranking internacional

Foto: Reprodução/Instagram

Treze cientistas da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) foram reconhecidos entre os pesquisadores mais influentes do mundo, segundo levantamento da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. O estudo, considerado um dos mais relevantes do meio acadêmico, é baseado na base de dados Scopus, da editora internacional Elsevier, e leva em conta o número de citações recebidas em artigos científicos.

A lista referente ao impacto em 2024 reúne os nomes de:

  • Ângelo Bernardino (Oceanografia)

  • Arnaldo Leal Júnior (Engenharia Mecânica)

  • Celso Azevedo (Ciências Biológicas)

  • José Geraldo Mill (Ciências Fisiológicas)

  • Luiz Carlos de Abreu (Educação Integrada em Saúde)

  • Luís Carlos Lopes Júnior (Enfermagem)

  • Júlio Fabris, António Varandas e Winfried Zimdahl (Física)

  • Maria José Pontes e Anselmo Frizera (Engenharia Elétrica)

  • Renato Krohling (Engenharia de Produção)

  • Wanderson Romão (Pós-Graduação em Química)

Reconhecimento de carreira

Além do ranking anual, a Universidade de Stanford também publicou uma listagem que considera o impacto acumulado ao longo da trajetória acadêmica. Nela, sete docentes da Ufes aparecem entre os mais influentes, sendo cinco deles presentes também na lista de 2024: Renato Krohling, Arnaldo Leal Júnior, Luiz Carlos de Abreu, Winfried Zimdahl e António Varandas. Também foram citados Marcos Benedito de Freitas (Química) e Ivan Kostov (Física).

Para o diretor de Pós-Graduação da PRPPG/Ufes, Wagner Santos, a diversidade de áreas contempladas amplia a relevância do reconhecimento.

“A diversidade das áreas confere maior destaque a esse resultado, pois evidencia o fortalecimento da Ufes em diferentes campos e mostra que a internacionalização não se limita a uma área específica. É um mérito individual, mas também um esforço coletivo da Universidade”, afirmou.

Pesquisas de impacto

Entre os nomes recorrentes na lista está o professor Renato Krohling, presente no levantamento desde 2019.

“É uma alegria a cada ano ter o nosso nome na lista. Significa o reconhecimento do trabalho de pesquisa realizado na área de Inteligência Artificial aplicada ao diagnóstico automatizado de doenças. Isso mostra que os artigos publicados estão sendo úteis para outros pesquisadores”, disse.

A professora Maria José Pontes, do Departamento de Engenharia Elétrica, ressaltou o simbolismo de figurar no ranking.

“É uma satisfação integrar esse seleto grupo. Isso mostra que as mulheres têm seu espaço na pesquisa de ponta, sendo um incentivo para que mais pesquisadoras acreditem em seu trabalho e também figurem em rankings internacionais”, destacou.

Importância global

O levantamento da Universidade de Stanford é amplamente reconhecido por medir não apenas a quantidade de publicações, mas o impacto real do conhecimento científico produzido. Para a Ufes, a presença de 13 pesquisadores entre os mais citados do mundo reforça o papel da instituição como referência internacional em áreas que vão da oceanografia à inteligência artificial, passando pela biologia, enfermagem, física, engenharia e química.

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