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Policiais penais testam câmeras corporais em unidades prisionais do Espírito Santo

Equipamentos com GPS e até 100 horas de autonomia são testados antes da implementação definitiva prevista ainda para agosto

Foto: Divulgação/Governo do ES

Policiais penais do Espírito Santo iniciaram, no dia 1º de agosto, a fase de testes do uso de câmeras corporais nas unidades prisionais do Estado. A medida integra a implementação de um novo sistema de monitoramento voltado à segurança, transparência e modernização do sistema penitenciário capixaba.

Nesta etapa inicial, a Secretaria da Justiça (Sejus) disponibilizou 400 câmeras para agentes lotados em diferentes unidades. O objetivo é avaliar o desempenho dos dispositivos e realizar os ajustes necessários antes do início oficial da operação, previsto para ainda este mês.

De acordo com a Sejus, três etapas devem ser concluídas antes da adoção definitiva: adequação tecnológica das unidades prisionais, capacitação dos servidores e publicação de uma norma específica que regulamentará o uso dos equipamentos.

A adaptação da infraestrutura necessária está sendo realizada por técnicos da Gerência de Tecnologia da Informação e Comunicação (GTIC) da Sejus, em parceria com a empresa fornecedora dos dispositivos.

Equipamentos com alta tecnologia e longa duração

Os dispositivos utilizados contam com memória interna, sensor de gravidade 3D, localização por GPS e oferecem alta resolução de imagem. Cada câmera possui autonomia para até 100 horas contínuas de gravação de vídeo e áudio, o que garante o registro completo das atividades realizadas pelos policiais penais durante os turnos.

A Sejus afirma que a adoção das câmeras corporais busca reforçar a segurança nas unidades e promover maior transparência nas ações dos servidores. No entanto, a pasta não divulgou o investimento total do projeto nem os nomes das unidades envolvidas na fase piloto.

Com o avanço do projeto, o Espírito Santo se junta a outros estados brasileiros que vêm adotando o uso de câmeras corporais como ferramenta de controle, prevenção de abusos e valorização do trabalho dos profissionais da segurança pública.

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