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Secretário assume erro em matrículas de estudantes e afirma que situação será resolvida

O secretário de Estado da Educação, Vitor de Ângelo, admitiu uma falha no sistema da Chamada Escolar 2026 que levou à indicação de vagas em escolas localizadas longe da residência de alguns estudantes. A situação gerou reclamações de pais após a divulgação do resultado, na quarta-feira (7). Segundo o secretário, apesar do erro, há vagas suficientes na rede estadual e nenhum aluno ficará sem escola no Espírito Santo.

De acordo com Vitor de Ângelo, o problema atingiu cerca de 2% dos estudantes que não conseguiram vaga em nenhuma das três escolas indicadas pelas famílias no momento da inscrição. Tradicionalmente, esses casos eram resolvidos de forma manual, mas neste ano a Secretaria de Estado da Educação passou a utilizar um processo automatizado para agilizar a alocação. A falha ocorreu quando o sistema passou a indicar escolas consideradas inviáveis devido à distância entre o local de moradia do aluno e a unidade escolar.

O secretário ressaltou que as vagas apontadas pelo sistema ainda não foram confirmadas como matrículas definitivas. O período entre esta quinta-feira (8) e o dia 20 de janeiro é destinado à confirmação da matrícula ou à contestação da escola indicada. Além disso, os estudantes podem aguardar a lista de suplência, que começa a ser movimentada após o encerramento do prazo de confirmação nas unidades mais concorridas.

Vitor de Ângelo afirmou ainda que a Sedu vai corrigir as falhas identificadas no sistema para os próximos anos, mantendo o uso da automatização, mas com ajustes nos critérios de alocação. Pais ou responsáveis que não concordarem com a escola indicada devem procurar a Superintendência Regional de Educação (SRE) responsável pelo município para solicitar a revisão da vaga.

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