O Espírito Santo alcançou mais um resultado de destaque na educação. As escolas particulares capixabas conquistaram a quinta melhor média do Brasil no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, consolidando o Estado entre os principais desempenhos do país. O resultado ficou acima da média nacional da rede privada e reforça a qualidade do ensino oferecido pelas instituições capixabas.
O levantamento foi elaborado pelo Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe-ES) com base nos microdados oficiais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ao todo, foram analisadas 92 escolas particulares do Estado.
Segundo o presidente do Sinepe-ES, Moacir Léllis, o desempenho é resultado de um esforço coletivo que envolve mantenedores, gestores, professores, estudantes e familiares. “As nossas instituições de ensino tem investido muito não só em tecnologia, mas também na formação dos professores para que se tenham esses resultados”, disse Léllis.
Os estudantes capixabas obtiveram bom desempenho em áreas como Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e, principalmente, na Redação, uma das provas de maior peso no Enem. De acordo com o sindicato, o resultado reflete um trabalho desenvolvido ao longo de todo o ano letivo, baseado em planejamento pedagógico, inovação em sala de aula e acompanhamento constante dos alunos.
Apesar da conquista, o Sinepe-ES afirma que o objetivo agora é avançar ainda mais. A entidade pretende concentrar esforços nas disciplinas que apresentaram desempenho abaixo do esperado, especialmente na área de Linguagens, visando melhorar os indicadores no Enem de 2026.
A proposta é desenvolver um trabalho conjunto com as escolas de ensino médio da rede privada, fortalecendo estratégias pedagógicas e ações voltadas à melhoria da aprendizagem. Para o sindicato, o bom resultado representa um importante reconhecimento, mas também reforça a necessidade de manter investimentos e aperfeiçoar continuamente a qualidade da educação oferecida aos estudantes capixabas. “Nós não podemos parar”, enfatizou o presidente do Sinepe-ES.





