O implante coclear já é uma realidade para muitas pessoas com deficiência auditiva. A fonoaudióloga Taline Castilhos explica que, para ser usuário do dispositivo, é necessária uma cirurgia para a colocação de um componente interno, realizado por um otorrinolaringologista. Externamente, o paciente utiliza outro componente, responsável por conectar e ativar o implante.
Diferente do som acústico, o implante coclear capta e transmite um som elétrico. Por isso, a adaptação auditiva é um processo que exige acompanhamento e orientação profissional.
“O implante coclear não é um som acústico, é um som elétrico. Então é importante que no momento que o paciente está ouvindo um som que é diferente do som original, ele possa aprender como que funciona. E a fonoaudióloga estará explicando isso tudo”, explica Taline.
Além do suporte clínico, a troca de experiências com outros usuários é importante. “Muitas vezes, familiares de pacientes também estão passando pela mesma situação. Isso forma uma grande família”, comenta a especialista.
Para facilitar essa integração, a clínica de Castilhos promove cursos voltados aos pais e responsáveis. “Nosso objetivo é que todos se sintam acolhidos e informados, fortalecendo a jornada de adaptação com o implante coclear”, conclui.





