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VÍDEO: Nova regra do Ministério do Trabalho busca prevenir problemas de saúde mental nas empresas

A rotina intensa de trabalho levou a cozinheira da Ong Alimentação Solidária, Kátia Ciccone a um ponto de exaustão. O corpo deu sinais, mas foi preciso chegar ao limite para que ela percebesse que algo estava errado.

“No final do ano, comecei a sentir como se meu cérebro estivesse derretendo. Criei pânico de cozinhar, que é justamente a coisa que eu mais gosto de fazer. Toda vez que eu chegava na ONG, sentia náuseas e fortes dores de barriga”, relatou.

Os sintomas não pararam por aí. Além do desgaste físico, vieram a insônia, a dificuldade de concentração e um turbilhão emocional. “Foi uma avalanche de sentimentos, como se tudo estivesse ficando fora do lugar.”

O caso de Kátia está longe de ser isolado. O esgotamento profissional — conhecido como síndrome de Burnout — já foi reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma condição relacionada ao trabalho. E, diante de ambientes corporativos marcados por incertezas, metas agressivas e mudanças constantes, o número de profissionais afetados tem crescido.

Especialistas apontam que o Burnout não afeta apenas a produtividade, mas também impacta diretamente a saúde mental dos trabalhadores. Diante desse cenário, cresce a pressão para que empresas adotem políticas mais eficazes de bem-estar e apoio

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