A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou quase 3 mil autuações nas estradas do Espírito Santo por falta de uso de equipamentos de segurança, como o cinto de segurança e capacete, em 2024. O número acende um alerta sobre o comportamento dos condutores e a segurança no trânsito capixaba.
Entre as infrações mais comuns está a não utilização do cinto de segurança, especialmente entre passageiros do banco traseiro. “O cinto é muito usado nos bancos dianteiros, mas infelizmente o nosso maior problema é com quem está no banco de trás. Ainda não temos uma cultura de usar o cinto de segurança para todos os ocupantes do veículo, embora o uso seja obrigatório”, explicou o superintendente-executivo da PRF, Joceir Nunes.
A corporação ressalta que a fiscalização vem sendo intensificada e que a falta do cinto continua entre as principais causas de multas e agravamento de ferimentos em acidentes. “O cinto de segurança é um fator fundamental para diminuir a gravidade dos acidentes. Ele não impede que a pessoa se acidente, mas impede que o acidente se torne muito grave”, destacou o policial.
A PRF também aposta na tecnologia como aliada da fiscalização. Atualmente, câmeras de videomonitoramento já ajudam a identificar motoristas e passageiros sem o cinto nas áreas urbanas, e a corporação planeja expandir o uso para as rodovias federais que cortam o estado.
Com o aumento das autuações, a polícia alerta que o uso do cinto de segurança é obrigatório para todos os ocupantes do veículo, independentemente da posição, e o descumprimento da regra é considerado infração grave, sujeita a multa e pontos na carteira.





