Empresária Singrid Andry reinaugura loja em Vitória e reforça como a moda atemporal pode fortalecer posicionamento, autoridade e presença da mulher empreendedora.
Para muitas mulheres, a moda começa como interesse. Para outras, como expressão. Para Singrid Andry, empresária do ramo de moda feminina e fundadora da marca Vhesty, a moda sempre esteve presente e, com o tempo, se transformou em propósito e negócio.
Singrid cresceu vendo a avó costurar e a mãe criar modelos para vestir ela e as irmãs. A moda fazia parte da rotina da casa e, naturalmente, passou a fazer parte da sua história.
Mas foi na experiência profissional que esse caminho começou a se consolidar. Ao atuar em grandes marcas, incluindo a Le Lis Blanc, onde trabalhou por quase sete anos como gestora, Singrid aprofundou sua visão sobre posicionamento, atendimento e construção de estilo.
Com o tempo, a paixão ganhou direção. E a moda passou a ser, também, uma ferramenta de transformação.
“Percebi que a moda, para mim, não era apenas paixão. Era algo que fazia sentido como propósito e como negócio, principalmente por entender o impacto que a roupa tem na forma como a mulher se sente e se posiciona”, afirma.
Moda atemporal como estratégia
A marca própria nasceu com um propósito claro: oferecer peças que façam sentido no guarda-roupa da mulher. Desde o início, a empresária decidiu não trabalhar apenas com tendências passageiras.
A proposta sempre foi construir uma moda elegante, versátil e atemporal, uma moda que acompanha a mulher em diferentes momentos da vida.
Esse posicionamento, cada vez mais estratégico, conversa diretamente com o perfil de mulheres que empreendem, lideram e precisam de praticidade sem renunciar à presença.
Mais do que estética, a Vhesty Moda Femina propõe um guarda-roupa inteligente, com peças que conversam entre si e facilitam o dia a dia.
Essa abordagem reflete uma mudança importante no comportamento feminino. Hoje, muitas mulheres não buscam apenas roupas, mas soluções que ajudem a comunicar quem elas são e onde querem chegar.
Um novo momento da marca

Recentemente, a marca deu mais um passo importante: a reinauguração da loja em um novo espaço no Shopping Centro da Praia, em Vitória.
A mudança representa mais do que um novo endereço. É uma expansão estratégica que acompanha o crescimento da marca e fortalece a experiência da cliente.
Segundo Singrid, o novo espaço foi pensado para se conectar ainda mais com o perfil da mulher atendida pela marca.
“Mais do que uma mudança de endereço, é um passo importante na trajetória da Vhesty, trazendo mais estrutura, visibilidade e uma experiência ainda mais completa”, explica.
A roupa como comunicação não verbal
Se a moda acompanha a trajetória da mulher, ela também influencia diretamente na forma como essa mulher é percebida.
Para Singrid, a roupa comunica antes mesmo da fala.
A forma de se vestir transmite mensagens sobre posicionamento, cuidado pessoal, profissionalismo e liderança. E, no universo do empreendedorismo, isso se torna ainda mais relevante.
Muitas vezes, a imagem da empresária está diretamente ligada à imagem do próprio negócio.
Por isso, investir na própria imagem não é vaidade. É estratégia.
A primeira impressão é visual. E a coerência entre imagem e posicionamento pode impactar desde uma reunião até uma negociação.
O custo invisível de não investir na imagem
Mesmo com essa relevância, muitas mulheres ainda encontram dificuldade em investir na própria imagem.
Segundo a empresária, isso acontece porque muitas mulheres priorizam o negócio, a família e as responsabilidades, deixando-se sempre em último lugar.
Existe também uma percepção equivocada de que investir na imagem é algo superficial.
Mas o custo invisível dessa escolha pode ser alto: perda de oportunidades, dificuldade de posicionamento e menor percepção de autoridade.
Imagem também é estratégia

Para mulheres empreendedoras, alinhar imagem e momento do negócio pode ser um passo importante para fortalecer presença e comunicação.
A orientação de Singrid é clara: “…a imagem precisa traduzir a essência da mulher e o posicionamento que ela deseja construir”.
Não se trata de mudar quem ela é, mas de comunicar de forma intencional.
Quando existe coerência entre imagem, posicionamento e mensagem, a comunicação se torna mais forte e o negócio também.
Porque, no fim das contas, empreender também é comunicar.
E, muitas vezes, a imagem é a primeira mensagem que chega.
Débora Pires | Consultoria Empresarial | Ela Conecta Soluções Empresariais
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