Foto: Vinícola Lapostolle, Internet
Na coluna desta semana iremos falar sobre os vinhos produzidos nos países classificados como novo mundo, em relação a bebida dos deuses Baco e Dionísio: África do Sul; Argentina; Austrália; Brasil; Chile; Estados Unidos da América; Nova Zelândia e Uruguai.
Mas, isso não significa que nesses países não se produzem vinhos bons e de qualidade. Claro que sim e nesses citados países têm vinhos maduros, complexos e estruturados.
A coluna não se propõe a fazer comercial de nenhum rótulo, mas não poderíamos jamais deixar de citar alguns, como por exemplo: o vinho Clos Apalta, da Casa Lapostolle, considerado o mais francês dos vinhos chilenos, premiado como o segundo melhor vinho do mundo em 2008; o Almaviva, nome do vinho e da vinícola, uma joint venture entre as vinícolas, Baron Philippe de Rothschild e Concha Y Toro, outro premiadíssimo vinho chileno; o Miolo Merlot Terroir 2005, da brasileiríssima Miolo, que venceu uma degustação às cegas em Londres entre o seleto grupo dos 280 Master of Wine do mundo.
Todos os vinhos citados foram degustados por este colunista, aliás, em mais de uma oportunidade.
Foto: vinhos Internet
Hoje, todos os países mencionados são produtores de excelentes vinhos de diferentes uvas. O fascínio está em garimpar, como digo: gastar sola de sapato na busca por bons vinhos com ótimo custo benefício, porque não é mérito um vinho caro ser ótimo, é obrigação. Portanto, leitor, a maneira mais fácil, saborosa, prazerosa e saudável de se descobrir um bom vinho é sacar a rolha e degusta-lo.
Então, mãos à obra, ou melhor no saca-rolhas, mas beba com moderação.
Até breve.
