
Celebrado em 8 de agosto, o Dia Nacional de Combate ao Colesterol reforça a importância da prevenção e do acompanhamento das dislipidemias, alterações nos níveis de gordura no sangue que podem comprometer a saúde cardiovascular. Muitas vezes sem apresentar sintomas no início, o colesterol elevado pode provocar o acúmulo progressivo de placas de gordura nas artérias, aumentando o risco de doenças graves, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
De acordo com especialistas, o controle dos níveis de colesterol é um dos principais fatores para reduzir riscos cardiovasculares e preservar a qualidade de vida. O problema, por evoluir de forma silenciosa, costuma ser identificado em muitos casos apenas após o surgimento de complicações.
Quando há obstrução significativa das artérias, podem aparecer sinais de alerta, como dor no peito, falta de ar durante atividades físicas, tonturas, formigamentos ou fraqueza repentina, sintomas que podem estar relacionados a problemas como angina e AVC. Também podem surgir os chamados xantomas, pequenos depósitos de gordura que aparecem na pele ou ao redor dos olhos.
A realização periódica de exames, como o lipidograma, é uma das principais formas de acompanhar os níveis de colesterol e identificar possíveis alterações antes que elas causem danos mais graves. O acompanhamento deve ser feito conforme orientação médica.
Além dos exames de rotina, a adoção de hábitos saudáveis tem papel fundamental na prevenção. Uma alimentação equilibrada, com maior consumo de fibras, redução de alimentos ultraprocessados e a prática regular de atividades físicas ajudam a controlar os níveis de colesterol e proteger o sistema cardiovascular.
A mudança no estilo de vida é considerada uma das principais estratégias para manter a saúde do coração e diminuir o risco de complicações associadas ao colesterol elevado.





